Como a Colômbia reduziu pela metade a violência
Além das medidas repressivas, preventivas e educacionais, implementaram-se reformas urbanas nos bairros mais pobres, alguns deles nas montanhas, totalmente isolados.

Construíram-se escadas, promoveu-se a coleta do lixo, escolas foram ampliadas, abriram-se centros de saúde e ofereceu-se um sistema de transporte – em alguns casos, de teleférico.

Para acompanhar, em detalhes, a evolução de cada indicador, nasceu um entidade civil chamada “Como Vamos Medellín”, cujos resultados são amplamente divulgados pela mídia. É uma espécie de termômetro para medir qualidade de vida, em que se contabilizam desde sequestros, roubos, furtos até evasão escolar, gravidez precoce, renda dos trabalhadores e desemprego.

Neste momento, estão construindo numa das regiões mais pobres uma imensa biblioteca, em meio ao verde para servir de ponto de encontro tanto quanto de leitura. A ideia é que, em cada bairro, o principal centro seja uma biblioteca. “Achamos que quem gosta de ler não gosta de matar”, aposta o prefeito de Medelín. Luza Fernandes Celia Cruz Américo Saraiva Liduina Araujo Rogeria Pereira Luiz Prestes José Lira José Lemos Monteiro Zeca Lemos

Publicação do facebook por: Cristina Carvalho